Acerca de nós...

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| André Fernandes | Ângela Figueiredo | Elisabete Nunes | Telma Pinto |

Uma breve apresentação:
Somos um grupo de alunos da Escola Secundária de São Pedro do Sul que está a trabalhar num projecto que tem por título: "Comportamentos de risco em relação à Saúde".
Temos como um dos principais objectivos "acordar" as pessoas para que tenham uma vida mais saudável...
Como o fim do ano lectivo ja se encontra próximo, as actualizações feitas no blog vão ser muito reduzidas. Pedimos assim desculpa aos leitores do nosso blog.
Obrigado pela visita e volte sempre! ;D

Vejam também o nosso site:
http://sites.google.com/site/saudesps/Home

Saúde Séc.XXI

Todas as pessoas sabem que existem muitos riscos na saúde, mas mesmo assim são raras as pessoas que se preocupam em mudar os seus hábitos menos correctos ficando assim sujeitos a diversas doenças. Por isso, para o teu bem e para o bem dos outros, começa a pensar em agir rapidamente! Uma saúde melhor para uma vida melhor!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Obesidade

A obesidade é uma doença! Mais, é uma doença que constitui um importante factor de risco para o aparecimento, desenvolvimento e agravamento de outras doenças.


Há tantas pessoas obesas a nível mundial que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considerou esta doença como a epidemia global do século XXI.

O que é a obesidade?

É uma doença crónica, com enorme prevalência nos países desenvolvidos, atinge homens e mulheres de todas as etnias e de todas as idades, reduz a qualidade de vida e tem elevadas taxas de morbilidade e mortalidade.

Quais são os tipos de obesidade?


Obesidade andróide, abdominal ou visceral - quando o tecido adiposo se acumula na metade superior do corpo, sobretudo no abdómen. É típica do homem obeso. A obesidade visceral está associada a complicações metabólicas, como a diabetes tipo 2 e a dislipidémia e, a doenças cardiovasculares, como a hipertensão arterial, a doença coronária e a doença vascular cerebral, bem como à síndroma do ovário poliquístico e à disfunção endotelial (ou seja deterioração do revestimento interior dos vasos sanguíneos). A associação da obesidade a estas doenças está dependente da gordura intra-abdominal e não da gordura total do corpo.

Obesidade do tipo ginóide - quando a gordura se distribui, principalmente, na metade inferior do corpo, particularmente na região glútea e coxas. É típica da mulher obesa.

O que causa a obesidade?


O excesso de gordura resulta de sucessivos balanços energéticos positivos, em que a quantidade de energia ingerida é superior à quantidade de energia dispendida. Os factores que determinam este desequilíbrio são complexos e podem ter origem genética, metabólica, ambiental e comportamental.


Uma dieta hiperenergética, com excesso de gorduras, de hidratos de carbono e de álcool, aliada a uma vida sedentária, leva à acumulação de excesso de massa gorda.


Existem provas científicas que sugerem haver uma predisposição genética que determina, em certos indivíduos, uma maior acumulação de gordura na zona abdominal, em resposta ao excesso de ingestão de energia e/ou à diminuição da actividade física.

Quais são os factores de risco?

Vida sedentária - quanto mais horas de televisão, jogos electrónicos ou jogos de computador, maior a prevalência de obesidade;

Zona de residência urbana - quanto mais urbanizada é a zona de residência maior é a prevalência de obesidade;

Grau de informação dos pais - quanto menor o grau de informação dos pais, maior a prevalência de obesidade;

Factores genéticos - a presença de genes envolvidos no aumento do peso aumentam a susceptibilidade ao risco para desenvolver obesidade, quando o indivíduo é exposto a condições ambientais favorecedoras, o que significa que a obesidade tem tendência familiar;

Gravidez e menopausa podem contribuir para o aumento do armazenamento da gordura na mulher com excesso de peso.

Que consequências para a saúde acarreta a obesidade?

Aparelho cardiovascular - hipertensão arterial, arteriosclerose, insuficiência cardíaca congestiva e angina de peito;

Complicações metabólicas - hiperlipidémia, alterações de tolerância à glicose, diabetes tipo 2, gota;

Sistema pulmonar - dispneia (dificuldade em respirar) e fadiga, síndroma de insuficiência respiratória do obeso, apneia de sono (ressonar) e embolismo pulmonar;

Aparelho gastrintestinal - esteatose hepática, litíase vesicular (formação de areias ou pequenos cálculos na vesícula) e carcinoma do cólon;

Aparelho genito-urinário e reprodutor - infertilidade e amenorreia (ausência anormal da menstruação), incontinência urinária de esforço, hiperplasia e carcinoma do endométrio, carcinoma da mama, carcinoma da próstata, hipogonadismo hipotalâmico e hirsutismo;

Outras alterações - osteartroses, insuficiência venosa crónica, risco anestésico, hérnias e propensão a quedas.

A obesidade provoca também alterações socio-económicas e psicossociais:

- Discriminação educativa, laboral e social;
- Isolamento social;
- Depressão e perda de auto-estima.

Como se previne a obesidade?

- Dieta alimentar equilibrada;
- Actividade física regular;
- Modo de vida saudável.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Gripe Suína



A gripe suína é uma doença causada por um vírus que pode atacar humanos.

Esta doença, chamada também de vírus H1N1, actualmente centra-se no México, onde já provocou aproximadamente 150 mortos (informação retirada do Publico.pt).
Além do México, outras zonas do mundo também já se encontram atingidas, assim como os Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Colômbia, Espanha, Reino Unido e Israel.

Forma de Contágio:

* A contaminação acontece da mesma forma que a gripe comum, por via aérea, por contacto directo com as pessoas infectadas, ou contacto indirecto (através das mãos, por exemplo) com objectos contaminados.

* Não existe contaminação através do consumo de carne ou produtos suínos.



Sintomas da Gripe Suína:

Este vírus tem sintomas idênticos ao da gripe comum (febre, cansaço, fadiga, dores musculares, tosse e ainda pode ocorrer sintomas como Diarreia ou vómitos).

Tratamento:

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o medicamento antiviral "oseltamivir" mostrou-se efectivo contra o vírus em testes iniciais.

Para prevenir a transmissão desta doença, tenha hábitos de higiene regulares, como por exemplo lavar as mãos.

O governo deve ser rigoroso nos vôos que vêm do exterior certificando-se que nenhum passageiro esteja contaminado. Mesmo que os sintomas da gripe não estejam aparentemente presentes temos de estar alerta pois algumas pessoas vieram de países que já se encontram contaminados.

Em Portugal...

Portugal já se encontra na lista de países com suspeitas de gripe suína.
Até ao momento suspeita-se de dois casos no nosso país: o primeiro caso é o de uma mulher de 31 anos que tinha estado recentemente no México, o segundo caso é o de uma criança do sexo feminino de 11 anos que deu entrada durante a noite no hospital Dona Estefânia, em Lisboa, e terá ficado internada por suspeitas de ter contraído a doença.

Sites com informação:

* http://pt.wikipedia.org/wiki/Gripe_su%C3%ADna

* http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/oms-admite-elevar-nivel-alerta-pandemia-467005.shtml

* http://www.vaicomtudo.com/2009/04/gripe-suina-sintomas.html

terça-feira, 14 de abril de 2009

Cancro do Colo do Útero

O que é o colo do útero?

O colo do útero é a parte inferior do útero, que liga o corpo do útero à vagina. O colo do útero passa por diversas alterações ao longo da vida da mulher (puberdade, parto, menopausa). A região onde a parte externa do colo do útero (exocolo do útero) encontra a parte interna (endocolo do útero), é muito sensível. É nesta região que começa a maior parte dos cancros do colo do útero.


Qual a causa do cancro do colo do útero?

Ao contrário de muitos outros cancros, a principal causa do cancro do colo do útero não é hereditária.
De facto, a causa desta forma de cancro é sempre um vírus. Este vírus é o chamado Papilomavírus Humano que consegue transformar as células do colo uterino, provocando lesões, que em alguns casos progridem para lesões cancerosas.

Existem vários tipos de Papilomavírus Humano. A maioria são inofensivos, mas outros podem ser bastante perigosos para a saúde humana, como os que estão na origem do cancro do colo do útero.

Que relação existe entre o Papilomavírus Humano e o cancro do colo do útero?


Quando uma mulher é infectada por determinados tipos de Papilomavírus Humano e o seu organismo não consegue combater a infecção, podem desenvolver-se células anómalas no epitélio do colo do útero. Se estas células anómalas não forem detectadas numa fase prematura, podem evoluir para cancro. Na maior parte dos casos, este processo demora vários anos, mas em alguns casos pode ocorrer mais rapidamente.

Imagem: Evolução das alterações nas células do colo do útero

Qual a idade mais comum para a manifestação do cancro do colo do útero?

40% das mulheres com diagnóstico de cancro do colo do útero têm idades compreendidas entre os 35 e 54 anos. No entanto, muitas destas mulheres estiveram, provavelmente, expostas ao Papilomavírus Humano durante a sua adolescência e juventude (13-29 anos).

O cancro do colo do útero manifesta sintomas e/ou sinais?

Infelizmente, o cancro do colo do útero pode não apresentar quaisquer sintomas ou sinais até atingir uma fase avançada.

Os sintomas e sinais de cancro do colo do útero podem incluir:

Hemorragia vaginal anómala
Dor durante as relações sexuais
Corrimento vaginal anormal
Dores pélvicas
Assim, se tiver algum destes sintomas ou sinais, é importante consultar rapidamente o seu médico. No entanto, estes podem estar também associados a outras causas.

Como pode ser detectado o cancro do colo do útero?

Um método simples, designado por citologia, é a única forma de detecção do cancro do colo do útero. Também conhecido por teste de Papanicolau, este teste faz parte do exame ginecológico e ajuda a detectar a presença de células anómalas no epitélio do colo do útero, antes que estas tenham a oportunidade de evoluírem para cancro.

O Cancro do colo do útero pode ser prevenido:

•Através da vacinação contra o Papilomavírus Humano nas idades recomendadas.
•Com visitas regulares ao médico para fazer rastreio (teste de Papanicolaou) e poder detectar atempadamente qualquer alteração.


Se tens 17 anos ou menos, vai ao teu Centro de Saúde e informa-te quando podes ser vacinada, no âmbito do Programa Nacional de Vacinação (PNV).

Se tens 18 anos ou mais, fala com o teu médico sobre a vacinação contra o Papilomavírus Humano e quando deves iniciar o rastreio regular.


Todas fazemos falta!
O Cancro do colo do Útero pode afectar qualquer mulher!